Gentilezas da vida

>> segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013


Sabe aquelas pequenas coisas que acalentam nosso coração e na mesma hora colocam um sorriso em nosso rosto? Pois é... 
Agora mesmo eu estava aqui navegando a esmo quando ouvi um barulho na minha janela, que estava fechada e com a persiana abaixada. Levei um susto pois ouvi som de asas batendo. Pensei logo em morcegos e baratas. Nem tive coragem de ver o que era, *medrosa mode on*, chamei o Leo e ele veio. 
E aí para minha alegria o que tinha na minha janela, pousado ao lado da minha drusa de ametista, perto dos meus cristais e da minha plantinha, era um passarinho, desses bem comuns, cor de café com leite. Tão lindo, tão singelo, sozinho e desprotegido na imensidão do mundo... mas ainda assim, tranquilo, com aqueles olhinhos espertos e meigos que só os passarinhos tem. 
Daí sentei na minha escrivaninha e fiquei olhando pra ele e me senti tão emocionada, completamente invadida por um sentimento de paz e coesão. 
Sei lá, foi um sinal, uma pequena lembrança, um carinho enviado por Ele para alegrar minha noite já coroada com a Lua Cheia, belíssima. 
É... somos todos um. E é muito bom sentir isso verdadeiramente. 
Obrigada, meu Pai.

Nina Victor

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14 anos juntos! :)

>> terça-feira, 12 de fevereiro de 2013


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Eu e os outros

>> quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Tantas coisas boas acontecendo para mim e no entanto aqueles que me são próximos sofrendo com problemas de todo tipo. Daí eu fico pra baixo, caída e sem energia. É uma batalha diária tentar me manter bem quando vejo meus queridos padecendo. Uma parte de mim sabe que não devo virar as costas para as bênçãos que recebo, por outro lado, não sei me desconectar do sofrimento alheio e egoisticamente curtir a boa fase da minha vida. A doença da minha irmã mexeu muito comigo. Eu, que vinha num processo de melhora no meu tratamento da Síndrome do Pânico, tive um retrocesso e voltei a ter ataques de pânico intensos, até mesmo em casa. Minha hipertensão que era controlada, foi pras cucuias e tivemos que ajustar os remédios para mantê-la nos eixos. A ansiedade me faz comer mais do que devia... Se eu olhasse só para o meu umbigo veria que estou numa fase ótima: minha casa cada vez mais bonita, bonecas novas chegando, minhas gatinhas com saúde, plantinhas para eu cuidar, bons livros sendo lidos, tempo para estudar meus assuntos prediletos, marido voltando a mexer com música, vários sonhos materiais realizados, reencontro com antigos amigos, enfim... Eu devia estar rindo à toa. Mas não estou. Eu acredito firmemente que "todos somos um" e com isso fica muito complicado me dissociar do sofrimento que vejo à minha volta. Como encontrar e manter algum equilíbrio? Eu não sei...

Nina Victor

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