Divagação pré soneca

>> quarta-feira, 31 de agosto de 2011


É um cansaço que não coaduna com o tempo real. Talvez a ausência de vida vivida e vívida, de sol e de outras estrelas. Vontade de dormir e só acordar quando a vocação se revelar. Ou caminho vier até mim, já que não sei equacionar essas coisas. Será que o vento sabe para onde vai ou ele apenas se lança no espaço e se deixa levar? 

Nina Victor

  

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Elmo e meus gordinhos queridos

>> terça-feira, 30 de agosto de 2011

AMO Sesame Street.
Elmo, especialmente; ele é tão doce!
E adoro Jack Black e Jonah Hill.





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Mensagem para mim

>> sábado, 20 de agosto de 2011

DAGAZ "O DIA" SOL "D"
Por: Miriam Carvalho


"Tudo que acontece em minha vida é para o meu bem. A escuridão acabou.
O calor do Sol na primavera e no verão, é responsável pelo crescimento das plantas, e Dagaz é o símbolo de aumento e crescimento. Este ato de crescer, pode ser um relacionamento afetivo ou financeiro, sempre invocando um evoluir afortunado.
Dagaz indica aumento de conhecimento perto de Ansuz, perto de Berkano, aumento de família, perto de Fehu, aumento de riqueza, etc...
É luz após as sombras.
Dagaz tem o poder de converter Runas invertidas em Runas positivas.
PALAVRA CHAVE: Crescimento, prosperidade, aumento, desfechos benéficos e garantidos, virada de 180º , luz após as sombras.
Saúde: Excelente condição física

"Somos o que somos e estamos onde estamos por causa de nossos hábitos, eles são o único meio de crescimento e evolução de acordo com a nossa posição na ordem geral do Universo".


Veja AQUI.

  

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Feliz Aniversário, Eu!

>> sábado, 13 de agosto de 2011



Hoje tive um dos melhores aniversários dos últimos tempos. Muito som, muito improviso, muitos sorrisos. Simplicidade + Música + Pessoas Queridas. Essa é a equação que sempre dá certo. Muito obrigada, meu Pai do Céu por tudo que tenho e por todos que me amam.! :)

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Um dia triste

>> sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A primeira notícia que li hoje pela manhã foi sobre o assassinato covarde da juíza Patrícia Acioli. O acontecimento que, por si só já me causaria indignação, causa-me também imensa tristeza, pois nos tempos da juventude, quando éramos alunas do curso de Direito da UERJ, jamais poderia imaginar que o destino dela, sempre sorridente e estudiosa, seria trágico dessa maneira...

Com relação a este terrível epísódio, o Leo disse:

"que deus olhe por nós.... e a vida dela não tenha sido tirada em vão, em nome de uma utopia chamada justiça, uma ciência capenga e viciada chamada direito, uma instituição duvidosa chamada judiciário deus nos proteja, e cuide dos corações dos que sofrem mais diretamente com a violência que resvalou nessa pessoa vitoriosa."

Que Deus conforte os filhos e a família de Parícia e acolha sua alma carinhosamente.

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Prisão interna

>> terça-feira, 9 de agosto de 2011

Eu não ando bem esses dias. Deve ser efeito do inferno astral aliado ao pânico. Quase duas da tarde e desde que acordei estou com vontade de ir lá fora, no mercado, comprar umas coisas e preparar um lance que o Leo gosta. Ok. Mas quem disse que eu consigo sair de casa? Isso está me incomodando muito. Tudo bem, existe um progresso, pois antes, nem mesmo o pensar em sair de casa havia. Pois bem, o tempo está bom, não estou sentindo nenhuma dor, aparentemente está tudo certo. Eu não estou deprimida nem chorosa. Mas o MEDO me paralisa. Que droga! Prisão interna, saca? A mente prende meu corpo em casa imaginando que se eu sair algo ruim vai acontecer. Meu corpo acredita e se recusa a reagir de modo positivo, ou seja, me arrumando e saindo de casa para ir ao mercado. Algo prosaico assim, um mercado perto de casa, só virar a esquina da minha rua e andar um pouquinho... não consigo. Cacete. Como vencer isso?!

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Como me entender?

>> segunda-feira, 8 de agosto de 2011


Tem dias que me sinto assim de um jeito meio estranho. Ao mesmo tempo em que tenho uma urgência interna em fazer alguma coisa, meu corpo permanece parado e passivo ante meus pensamentos. A cabeça comanda mas o físico não atende. Sinto vontade,  mas falta-me energia. 

Na verdade, creio que desejo experimentar algo novo, usar minha criatividade ou mesmo estudar algum assunto. Mas o quê? O que será que trará luz e cor à minha vida tão sem graça e previsível? Como vencer todos os medos e suplantar os obstáculos? À que distância estou da cura?...

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The Giving Tree

>> quinta-feira, 4 de agosto de 2011






Recebi este texto há muito tempo atrás, do John.
Jamais um texto me fez chorar tanto.
É muito bonito pois fala daquele amor que,

muitas vezes, somos incapazes de dar:
O amor incondicional.







The Giving Tree
(Shel Silverstein)


Once there was a giving tree who loved a little boy.
And everyday the boy would come to play
Swinging from the branches, sleeping in the shade
Laughing all the summer’s hours away.
And so they love,
Oh, the tree was happy.
Oh, the tree was glad.

But soon the boy grew older and one day he came and said,
"Can you give me some money, tree, to buy something I’ve found?"
"I have no money," said the tree, "Just apples, twigs and leaves."
"But you can take my apples, boy, and sell them in the town."
And so he did and
Oh, the tree was happy.
Oh, the tree was glad.

But soon again the boy came back and he said to the tree,
"I’m now a man and I must have a house that’s all my home."
"I can’t give you a house" he said, "The forest is my house."
"But you may cut my branches off and build yourself a home"
And so he did.
Oh, the tree was happy.
Oh, the tree was glad.

And time went by and the boy came back with sadness in his eyes.
"My life has turned so cold," he says, "and I need sunny days."
"I’ve nothing but my trunk," he says, "But you can cut it down
And build yourself a boat and sail away."
And so he did and
Oh, the tree was happy.
Oh, the tree was glad.

And after years the boy came back, both of them were old.
"I really cannot help you if you ask for another gift."
"I’m nothing but an old stump now. I’m sorry but I’ve nothing more to give"
"I do not need very much now, just a quiet place to rest,"
The boy, he whispered, with a weary smile.
"Well", said the tree, "An old stump is still good for that."
"Come, boy", he said, "Sit down, sit down and rest a while."
And so he did and
Oh, the trees was happy.
Oh, the tree was glad.


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