Língua Bipartida

>> quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Tive uma noite agitada de sonhos. O último, o mais nítido, terminava comigo me olhando no espelho e descobrindo que eu tinha a língua bipartida, tal qual as serpentes. Na mistura de sonhos, sonhei também que o Nélio estava morando na Barra da Tijuca, num imenso apartamente e que eu estava lá, sozinha, tomando conta da casa para ele, que estava viajando. Durante minha estada lá, a Regina me ligava e ficava muito tempo conversando comigo a respeito de aceitar ou não uma titularidade perto do local onde ela foi criada. Do nada, ela apareceia no lugar onde eu estva e continuava a conversar. Na bagunça dos meus sonhos, a Jarli aparecia procurando aflitamente, um livro de física quântica. E eu dizia pra ela que seria fácil encontrar pois estávamos na casa de um engenheiro! Confusão de irmãos... O telefone não parava de tocar e a secretária eletrônica atendia e recados e mais recados de ofertas de produtos para odontologia eram anunciadas. O banheiro tinha um vidro na porta e quando eu estava lá vi, o Neném indo para lá, mas quando ele me viu deu meia volta e desistiu. De alguma forma eu me sentia doente, e foi nesta hora que me olhando no espelho, coloquei a língua pra fora e vi que ela estava bipartida. Acordei neste momento.

Nina Victor

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Celulares, Nextel e Mp3

>> quinta-feira, 13 de setembro de 2007



Eu fico estarrecida e irritada com a falta de educação de algumas pessoas que, supostamente, deveriam ter um mínimo de trato social e senso de respeito.

Pois estava eu, assistindo uma aula de Constitucional, quando de repente toca um celular. Toca não, "berra". O professor, um magistrado, diga-se de passagem, lá na frente, dando uma aula espetacular e a "mocinha" dona do aparelho, pegando a bolsa lentamente, sem a menor preocupação ou constrangimento.

Por um instante pensei que ela desligaria o telefone, mas qual não foi minha surpresa ao vê-la atender a ligação e conversar durante a aula!!! Detalhe, a figura estava sentada ao lado da plaquinha que pede que os celulares sejam desligados.

Este tipo de coisa pode parecer bobagem, mas na minha opinião por causa de situações assim que o mundo anda tão estranho.

É um detalhe, eu sei, mas mostra o quanto algumas pessoas não sabem se comportar, vivendo na base do "eu faço o que me der na telha e se dane o resto".

Isso me lembrou aqueles abomináveis aparelhos Nextel. Fico profundamente incomodada quando, no frescão, alguém começa a usar o maldito aparelho. Pô, eu não estou nem um pouco numas de ouvir conversas alheias, normalmente gosto de passar o tempo lendo um livro ou pensando na vida, mas aí... fica difícil... grrrrrr...

Uma coisa puxa a outra e me veio à mente um outro detalhe que de deixa furiosa: neguinho ouvindo mp3 com o volume altíssimo mesmo usando um headphone.

Aliás, ontem, no frescão a moça que sentou atrás de mim, além de me forçar a ouvir o que saía do seu mp3 player, ainda acompanhava, descompassadamente, o rítmo batendo os pés no chão e cantando... mal, diga-se de passagem...

Juro que gostaria de ser um poço de grossura com alma de lavadeira com phd e sair esculhambando esse pessoal... Mas não, fico quietinha, me sentindo invadida e atormentada com este tipo de circunstância. Daí o que me resta é resmungar aqui...

Nina Victor



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Canadá em Sonho

>> terça-feira, 11 de setembro de 2007



Tive um sonho muito estranho. Viajei para o Canadá e pagando as despesas! O esquisito é que o Canadá faz parte da lista de países não visitáveis pois não me atrai em nada... mas no sonho eu estava cometendo a loucura de estar lá.

Eu não estava gostando do que eu estava vendo, minha mãe, sim. Ela estava comigo, só queria saber de ir aos shoppings e andar pelas lojas. O ponto alto do sonho foi a ida a um enorme lago rodeado de área verde, onde havia uma grande pedra na qual as pessoas ficavam para ver o por-do-sol... Para chegar lá acabei tendo que me jogar nas águas escuras e frias do lago, pois estava anoitecendo muito rápido e eu queria fotografar o tal por-do-sol - isso é incrível, dado ao meu medo de águas, ainda mais escuras e frias... quando cheguei na parte baixa da tal pedra, não consegui subir - olhei para a direção em que todos olhavam e qual não foi minha surpresa ao ver que o sol que se punha tinha o formato e aparência de uma gigantesca lua branca, bem brilhante, mas que não ofuscava os olhos. Nisso a escuridão da noite já era total. Eu sentia medo, porém um medo controlado.

Depois dali fomos andando pelas ruas, sempre beirando algo que parecia o mar onde navios velozes passavam e eu tentava fotografar. Também vi viadutos de estrutura superlativa sobre o mar.

Numa determinada rua um senhor negro começou a falar comigo me dizendo que eu deveria comprar um "elevador de máquinas fotográficas e filmadoras" para instalar do lado de fora da janela da minha casa. Dizia ele, ser a grande novidade região - "todo mundo está usando"... Olhei para o lado e, num beco, vi um bando de crianças fazendo algazarra e sorrindo e fotografei também... neste ponto acordei.

Nina Victor






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You

>> segunda-feira, 10 de setembro de 2007



The little things you do
the words you say
everything that comes from you,
even what I don´t understand
or the silence as an answer
for some questions I do,
and I do it a lot...
...anything!
The more I know about you
the more I admire you.

Nina Victor



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